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• quarta-feira, dezembro 24th, 2014

O emaranhado de palavras
São o poema da nossa vida
O espelho na solidão de lavras
A ausência da vontade querida

Um passado que nem é para contar
E tudo o mais é transparente
Um futuro para quando o sol raiar
Como o desejo se torna eminente

Como o branco é alvura
O pensamento a razão atura
E se rende á compaixão

No acto de bem-querer
Dor e sacrifícios á que esquecer
É o espelho da solidão.

Category: Home, José J. Santos, Poetas  | Tags:
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