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• sexta-feira, setembro 25th, 2015

Somos o tempo que corre
Somos as luzes e as horas
Somos registros que guardam
Todos os tempos em memória.

Somos os atos insanos
De tempos que a luz não viu
A refletir no agora
Por renascer e florir.

Ao vento entrego a saudades
Dos tempos que não vivi
Pois sem regar a semente,
A flor murchou e caiu.

E guardados na memória
Os tempos em que não existiram
Por virem brilhar agora
A luz que ainda não viram.

Neuza Maria De Barros
24/09/2015

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