jan 05 2017

Ancine renova programas de apoio à presença brasileira em eventos internacionais

A Agência Nacional do Cinema (Ancine)  renovou hoje (4), por meio de portarias publicadas no Diário Oficial da União, seus dois programas de apoio voltados para a divulgação do cinema brasileiro no mercado internacional. As iniciativas, que continuarão em funcionamento em 2017, são  o Programa de Apoio à Participação Brasileira em Festivais, Laboratórios e Workshops Internacionais e o Programa de Apoio à Participação Brasileira em Eventos de Mercado e Rodadas de Negócios Internacionais.

O primeiro programa auxilia com serviços e recursos financeiros curtas, médias e longas-metragens nacionais oficialmente selecionados para festivais e projetos brasileiros convidados para laboratórios e workshops. O segundo concede auxílio financeiro a representantes de produtoras independentes brasileiras para viabilizar a presença em eventos de mercado e encontros de negócios.

Segundo nota divulgada pela Ancine, as regras de participação nos programas são idênticas às das últimas edições. A novidade é a inclusão de dois novos eventos, o Festival de Cinema de Gijón, na Espanha, e o Meetmarket, na Inglaterra. Com isso, chega a 155 o número de eventos, nos cinco continentes, em que produtores brasileiros podem ter o apoio da Ancine para sua participação.

Durante o ano de 2016, o Programa de Apoio à Participação Brasileira em Festivais ajudou a viabilizar a presença do país em 69 eventos internacionais, com apoio financeiro, e confecção e envio de cópias de filmes. No caso dos três festivais mais importantes do circuito – Cannes, Berlim e Veneza, o programa pode vir a apoiar a participação de até sete filmes.

O Programa de Apoio à Participação Brasileira em Eventos de Mercado e Rodadas de Negócios Internacionais contempla a partir de agora um total de 24 eventos ao longo do ano, com a inclusão na lista do Meetmarket, mercado voltado ao documentário que ocorre em junho, na Inglaterra. Cada empresa produtora brasileira pode ser contemplada com, no máximo, três apoios por ano, e não poderá pedir apoio para o mesmo evento por três anos consecutivos.

As solicitações de apoio para os dois programas devem ser efetivadas pelo portal www.ancine.gov.br, onde também estão disponíveis os respectivos regulamentos.

Fonte:Agência Brasil

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jan 05 2017

Hotéis e restaurantes esperam faturamento menor neste verão

Quase 2,5 milhões de estrangeiros devem visitar o Brasil no verão de 2017, segundo estimativa da Embratur. Mas, mesmo com o aumento de 11% nessa visitação, em relação a igual período do ano passado, os empresários do setor de turismo não estão otimistas com a temporada, como demonstrou o levantamento realizado pela Federação Nacional de Hotéis e Restaurantes (FNHRBS).

Para 36% dos donos de hotéis e restaurantes do País, o faturamento do verão, iniciado em 21 de dezembro, deve ser menor do que o registrado na temporada de 2015/2016. Dos empresários, 53% declararam que não vão abrir vagas de trabalho temporário para o período. Entre as empresas que pretendem contratar colaboradores temporários para o verão, 34% pretendem contratar entre 1 e 5 funcionários; e 7%, entre 6 e 10 empregados no período; 4% devem contratar entre 11 e 16 pessoas; e 1%, mais de 17.

Os dados refletem as expectativas dos empresários com o faturamento esperado: apenas 23% esperam receitas maiores para a temporada iniciada em 2016 do que em 2015 – mas, ainda assim, no máximo 5%. Enquanto 18% acreditam que o faturamento será igual ao registrado no período passado; 16% esperam alta de 5% a 10% no faturamento; e apenas 7% acreditam em alta entre 11% e 30%.

“Com o cenário de crise e o alto índice de desemprego no País, o brasileiro preferiu cortar os gastos com viagens. Do outro lado, sem expectativa de melhorias, os empresários estão receosos em investir, principalmente em contratações. O País precisa continuar investindo em turismo e usá-lo como chave para impulsionar a economia e trazer o Brasil de volta para os trilhos do desenvolvimento econômico”, afirma o presidente da Federação, Alexandre Sampaio.

Das empresas que responderam à pesquisa, 61% são hotéis e/ou restaurantes de pequeno porte; 33%, de médio porte; e 6%, de grande porte, refletindo a realidade dos negócios do setor de turismo no País. Desses estabelecimentos, 41% empregam até 10 pessoas; 34%, entre 10 e 30; 20%, entre 30 e 50; e 5%, acima de 50 profissionais. O setor de hospedagem e alimentação conta com mais de 940 mil empresas em todo o País

Fonte:JB

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jan 05 2017

‘Les Echos’: Richard Spencer, a versão Ku Klux Klan do século XXI

Nesta quarta-feira (4) o jornal Les Echos traz uma matéria sobre Richard Spencer, fundador da Alt-Direita, um movimento embrionário que reúne neonazistas, nacionalistas e monarquistas. Ele estava se preparando para concorrer a um cargo no Congresso nas próximas semanas.

A reportagem diz que sua intenção é criar uma corrente política ainda mais a direita de Donald Trump e reviver a Ku Klux Klan em uma forma mais atraente do que a dos anos 1950: a da juventude e aceitabilidade política.

“Donald Trump tem coragem, mas precisa de pessoas que pensam com a cabeça”, diz Richard Spencer, que se apresenta como o “líder carismático” deste movimento.

> > Les Echos Richard Spencer, le Ku Klux Klan version XXIe siècle

O diário de finanças acrescenta que além da aparência física de playboy e seus bons modos, ele tem um ar de polonês fresco e na pior das hipóteses impulsiona o racismo que os Estados Unidos haviam conhecido desde os anos 1960.

“Precisamos nos apresentar bem. Ninguém quer participar de um movimento que parece horrível, cruel e estúpido “, justifica.

“Eu não quero  ressuscitar uma época em que os nacionalistas brancos pareciam loucos. Quero que as nossas ideias entrem no mainstream”. Ele é fã de esqui e mountain bike e está se preparando para abrir um escritório em Washington, onde montou uma equipe de gestão super competente.

Desconhecido há seis meses

O jovem, que cunhou o termo “Alt-Direita”, em 2008, para se referir a todas as correntes AC da direita (neonazistas, monarquistas, libertários, etc.) era desconhecido há seis meses. Paradoxalmente, foi Hillary Clinton, que o ascendeu em agosto, denunciando sua reunião como  “ideologia racista chamada Alt-direita”. Um presente inesperado! “Nós não devemos esquecer que eu lhe envio meus melhores desejos”, brinca Richard Spencer, poucos dias antes do Natal.

Donald Trump também teve a sua quota na legitimação do movimento. Ele multiplicou projeções racistas e apelos à violência – observações que pareciam inimagináveis no cenário político nacional.

Fonte:JB

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jan 04 2017

Chevrolet Onix é o carro novo mais vendido do Brasil pelo 2º ano seguido

Pelo 2º ano consecutivo, o Chevrolet Onix foi o veículo novo mais vendido do Brasil. O hatch encerrou 2016 com 153.372 emplacamentos, superando o HyundaiHB20, que vendeu 121.616 unidades. Os dois foram os únicos modelos a superar a marca de 100 mil carros comercializados no ano.

O “pódio” é completado pelo Ford Ka, que teve 76.616 exemplares vendidos.

Veja os 10 mais vendidos em 2016:
1) Chevrolet Onix: 153.372 unidades
2) Hyundai HB20: 121.616
3) Ford Ka: 76.616
4) Chevrolet Prisma: 66.337
5) Toyota Corolla: 64.740
6) Fiat Palio: 63.996
7) Renault Sandero: 63.228
8) Fiat Strada: 59.449
9) Volkswagen Gol: 57.390
10) Honda HR-V: 55.758

O grande trunfo do Onix para seguir à frente foi a mudança no visual. Junto com o facelift sofrido em julho, a Chevrolet lançou uma versão aventureira, Activ.

Pouco tempo depois, a marca criou uma versão de entrada, Joy, que manteve o visual pré-reestilização. Hoje, ela representa quase 40% das vendas do compacto.

Modelos mais caros
Pela primeira vez desde 2008, há modelos de outros segmentos, além de compactos, entre os 10 mais populares do país. Naquela época, o representante dos carros médios foi o Honda Civic, na 9ª colocação.

Agora, o também sedã Toyota Corolla emplacou 64.740 unidades, suficientes para colocá-lo no 5º posto. Algumas posições abaixo, o Honda HR-V é outro “intruso” na lista de carros “populares”, com 55.771 carros vendidos e a décima colocação no ranking. Os dois modelos possuem versões acima dos R$ 100 mil.

A propósito, a disputa entre os SUVs foi acirrada, com o Renegade ficando a apenas 4.190 veículos do maior rival. O Jeep emplacou 51.581 unidades ao longo do ano.

Diversidade
Além de modelos mais caros, 2016 é o ano em que mais marcas colocaram veículos entre os 10 mais vendidos no país. Até então, o número de fabricantes neste grupo era de no máximo 6 – Fiat, Chevrolet, Volkswagen, Ford, Renault e Hyundai. Agora, Honda e Toyota se juntam ao grupo.

Isso mostra que o mercado brasileiro está mais dividido. A participação das chamadas “3 grandes” (Fiat, Chevrolet e Volkswagen) tem caído com o tempo. Dez anos atrás, elas tinham uma fatia de mais de 70% do mercado. Em 2016, a porcentagem não chegou a 45%.

Estreantes
Entre os principais lançamentos de 2016, o mais bem colocado foi a Fiat Toro, o 14º modelo mais popular no país, com 41.283 unidades emplacadas. A picape chegou a liderar o segmento em outubro.

A Toro foi a primeira grande novidade a ser lançada, ainda em fevereiro. Com mais tempo de mercado, é natural que ocupe o primeiro posto nesta comparação.

Outro lançamento da Fiat no ano, o Mobi, apresentado em abril, aparece logo atrás, na 22ª posição entre os mais vendidos, com 28.731 unidades. O Nissan Kicks é outro modelo inédito entre os 50 mais vendidos. Ele fechou 2016 com 10.712 carros emplacados, em 47º.

Fonte:G1

 

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jan 04 2017

Cidade chinesa coloca 500 ônibus elétricos urbanos em operação

Uma frota de 500 ônibus elétricos entraram em serviço nesta quarta-feira (4) em Tianjin, uma importante cidade industrial no norte da China. Os ônibus, resultado de uma joint venture entre a Tianjin Bus Group e a montadora chinesa BYD, têm alcance de mais de 200 quilômetros por carga ao operar em sua capacidade completa, o que satisfaz a rota diária de um ônibus, segundo Wang Deqi, funcionário da companhia de transporte urbano. As informações são da Agência Xinhua.

A empresa também abriu nesta quarta-feira uma estação de recarga, capaz de servir 80 ônibus ao mesmo tempo e 448 ônibus por dia. A estação pode ser a maior do tipo na região Beijing-Tianjin-Hebei. Atualmente, Tianjin conta com 3.220 ônibus de energia limpa, entre eles 1.346 elétricos.

A China espera aproveitar a energia limpa para reduzir sua dependência do carvão, que está relacionado à recente poluição atmosférica no norte do país. O atual smog começou em 31 de dezembro e só se deve dispersar por volta de 6 de janeiro. Tianjin é uma das cidades mais poluídas.

Desde 2010, o município construiu 201 estações e 2.769 pontos de recarga elétrica para encorajar o uso de transporte de energia limpa.

Fonte:JB

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jan 04 2017

‘Público’: No Brasil, traficantes de droga estão em guerra pelo negócio da cocaína

Artigo publicado nesta quarta-feira (4) pelo jornal português Público diz que após manchetes na Colômbia e México, as guerras territoriais entre grupos criminosos ligados ao narcotráfico estão no Brasil.

O texto lembra o massacre ocorrido no dia 1 de janeiro no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, a maior cadeia do estado do Amazonas, onde 56 detidos morreram em confronto entre duas facções rivais.

A autora destaca que nem mesmo os mais desligados da realidade podem se dizer surpresos ou ignorar o que está acontecendo. As prisões brasileiras – como as fronteiras, os subúrbios das grandes cidades e os morros e comunidades do país –, vivem diariamente em clima de violência extrema por conta do tráfico de droga, que aumentou desde que os dois grandes cartéis decidiram expandir suas operações.

No Brasil, como ainda acontece no México e já aconteceu na Colômbia, o violento, lucrativo e ilegal negócio do tráfico de droga – no caso, cocaína – é dominado por organizações criminosas poderosas, que prosperaram ao ponto de substituírem a autoridade e assumirem as funções do Estado nas suas áreas de influência, dando trabalho, providenciando habitação,  serviços de transporte ou cuidados médicos à população, descreve a Rita Siza.

Dois grupos têm expressão nacional, analisa a autora do artigo: o Comando Vermelho, fundado no Rio de Janeiro no final da década de 70, sendo o primeiro cartel da droga brasileiro; e o Primeiro Comando da Capital, ou PCC, nascido na megalópole de São Paulo em 1993 e convertido na maior organização criminosa do país.

Para finalizar seu artigo Rita observa que com fronteiras relativamente desprotegidas com a Colômbia, o Peru e a Bolívia, os três maiores produtores mundiais de coca e cocaína, o Brasil nem precisa de grande esforço para “alimentar” o ávido mercado doméstico. A droga circula com facilidade através do território quase selvagem das regiões fronteiriças, que de resto já estava “batido” pelas redes de contrabando com rotas de distribuição estabelecidas para os grandes centros urbanos do país.

Fonte:JB

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jan 04 2017

O que é e onde fica o mesentério, o ‘novo’ órgão do corpo humano identificado por cientistas

A primeira menção ao mesentério publicamente conhecida foi feita por Leonardo da Vinci em um de seus escritos sobre a anatomia humana no início do século 16.

Mas esta parte do corpo, que até bem pouco tempo era considerada apenas um ligamento do aparelho digestivo, acaba de ser reclassificada.

Ao fim de um estudo que durou mais de seis anos, cientistas acreditam agora que a estrutura é, na verdade, um órgão único e contínuo.

Trata-se, portanto, da mais nova descoberta no corpo humano.

“A descrição anatômica de cem anos atrás era incorreta. Este órgão está longe de ser fragmentado; é uma estrutura simples, contínua e única”, assinalou J. Calvin Coffey, pesquisador do University Hospital Limerick, na Irlanda, responsável pela equipe que realizou a descoberta.

A reclassificação foi publicada em um artigo assinado por Coffey e por seu colega Peter O’Leary na prestigiada revista científica The Lancet Gastroenterology & Hepatology.

“No estudo, que foi revisado e aprovado por colegas, dizemos que agora temos um órgão no corpo que até esta data não era reconhecido como tal”, assinalou Coffey.

Novo órgão, nova ciência

O mesentério é uma dobra dupla do peritônio – como se chama o revestimento da cavidade abdominal – que une o intestino com a parede do abdômen e permite que ele se mantenha no lugar.

Dessa forma, o estudo das funções deste novo órgão pode abrir caminho para novos métodos cirúrgicos do aparelho digestivo.

Em 2012, Coffey e seus colegas mostraram os resultados de sua pesquisa com microscópio nos quais sugeriam que o mesentério tinha uma estrutura contínua, característica necessária para que fosse considerado um órgão.

Desde então, os pesquisadores se dedicaram a coletar provas para embasar a reclassificação dessa parte do corpo humano, que culminaram na publicação do artigo.

E embora o funcionamento do aparelho digestivo não mude com a descoberta, a confirmação de que esta estrutura é efetivamente um órgão “novo” abre caminho para novos estudos.

“Podemos categorizar doenças digestivas relacionadas a este órgão”, exemplifica Coffey.

Função

No entanto, depois de detalhar estrutura e características anatômicas, cientistas pretendem agora entender melhor a função do novo órgão, além de proporcionar sustentação e permitir a irrigação sanguínea às vísceras.

“Esse é o próximo passo. Se entendemos sua função, podemos identificar as anomalias, e estabelecer quando há uma doença, ou seja, quando o órgão passe a funcionar de modo anormal”, afirma Coffey, em nota enviada à imprensa.

O estudo, afirmam os especialistas, pode ser a chave para entender melhor algumas doenças abdominais e digestivas, bem como aprimorar os tratamentos atuais.

Ou seja, pode permitir, por exemplo, o desenvolvimento de novas técnicas cirúrgicas menos invasivas, com menos complicações ou com uma melhor taxa de recuperação do paciente.

Enquanto a pesquisa não é concluída, uma das mudanças mais imediatas, contudo, será no ensino da medicina, que passará a incluir o mesentério na lista dos quase 80 órgãos do corpo humano que conhecemos.

Fonte:BBC Brasil

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jan 04 2017

Facebook se desculpa por censurar por engano foto de estátua nua

O Facebook pediu desculpas para uma historiadora italiana após “proibir de forma incorreta” uma foto de uma estátua do deus Netuno.

Elisa Barbari tem uma página na rede social, chamada “Histórias, Curiosidades e Visões de Bolonha”, na qual promove a cidade. Por isso, queria usar uma foto da escultura.

A obra mostra Netuno, deus romano do mar, nu, segurando um tridente. Ela fica em uma praça que leva seu nome – a Piazza del Nettuno.

Barbari afirmou que a foto foi proibida porque mostrava “conteúdo sexualmente explícito”. Chocada com a decisão, ela compartilhou sua indignação com seus seguidores.

“Para o Facebook, aparentemente a foto de nosso gigante mostra muito o corpo ou se concentra em partes do corpo de forma desnecessária. Isso é demais!”, afirmou.

“Como uma obra de arte, nossa estátua de Netuno, pode ser vítima da censura?”, questionou a historiadora em uma entrevista ao jornal britânico Telegraph.

Depois da polêmica, o Facebook pediu desculpas.

“Nossa equipe analisa milhões de imagens de propaganda toda semana e, em alguns casos, nós proibimos alguns anúncios de forma incorreta. Essa imagem não viola nossa política”, informou a rede social em uma declaração.
“Pedimos desculpas pelo erro e já avisamos o anunciante que estamos aprovando a propaganda.”

Como publicou jornal britânico The Guardian, a estátua que está no centro da polêmica foi produzida por volta de 1560 pelo escultor Giambologna e está na praça há quase 500 anos.

Fonte:BBC Brasil

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jan 03 2017

Petróleo avança na abertura de 2017 com início do acordo entre produtores

Os preços do petróleo registram alta nesta terça-feira (3), na primeira sessão de negociações da commodity de 2017. Investidores acompanham os movimentos em torno do acordo atingido pela Opep e diversos países produtores de fora do grupo para reduzir a produção neste ano.

Às 9h04, o barril de Brent para março negociado na International Exchange Futures (ICE), em Londres, registrava alta de 2,18%, a US$ 58,06. O barril de WTI para entrega em fevereiro, negociado no New York Mercantile Exchange (Nymex), em Nova York, tinha avanço de 2,29%, a US$ 54,95.

Já às 13h08, o WTI avançava 2,42%, a US$ 55,02. O brent subia 2,43%, a US$ 58,20.

O dia 1° de janeiro marcou o início oficial do acordo firmado entre Opep e países de fora do grupo como a Rússia, em novembro, para reduzir a produção em cerca de 1,8 milhão de barris por dia de petróleo. Se encaminhado como o prometido, pode reduzir a oferta global em 2%. Os barris de petróleo, que custavam em torno dos US$ 100 até o final de 2014, chegaram a patamares inferiores a US$ 30 no ano passado devido ao excesso de oferta global, motivando a reação dos produtores.

Os mercados de petróleo ficaram fechados nesta segunda-feira (2) devido ao feriado de Ano Novo.

Fonte:JB

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jan 03 2017

Estado tem responsabilidade sobre detentos de Manaus, afirma ONU

O escritório de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) em Genebra afirmou, em nota nesta terça-feira (3), que as autoridades do Amazonas devem investigar “de forma imparcial e imediata” a morte de 56 detentos na chacina ocorrida no Complexo Penitenciário Anísio Jobim e mais três unidades de Manaus de domingo (1º) para segunda-feira (2).

Ainda de acordo com as Nações Unidas, a responsabilidade de pessoas detidas é do Estado. “Pessoas que estão detidas estão sob a custódia do Estado e, portanto, as autoridades relevantes carregam a responsabilidade sobre o que ocorre com elas”, indicou a ONU em um comunicado.

Em relatório divulgado no ano passado, o especialista de direitos humanos da ONU sobre tortura, Juan E. Méndez, já havia criticado a prática frequente de tortura e maus-tratos nos presídios e delegacias brasileiras, apontando ainda um “racismo institucional” do sistema carcerário do país, no qual quase 70% dos presos são negros.

O relatório foi produzido após visita do relator especial da ONU aos Estados de São Paulo, Sergipe, Alagoas e Maranhão em agosto do ano passado a convite do governo brasileiro. No período, o relator visitou presídios, delegacias e instituições socioeducativas para adolescentes, e se reuniu com autoridades e organizações da sociedade civil.

Fonte:JB

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